O Impacto do VIH
Introdução
Baixo nível
  • Prevalência do VIH na população total < 1%
  • A prevalência do VIH não se alastrou de maneira significativa em nenhum sub-grupo (ONUSIDA, 2007c). O risco é difuso (baixos níveis de intercâmbio de parceiros ou de equipamentos de injeção não estéreis) ou o vírus só foi introduzido recentemente.
 
Concentrado
  • Prevalência do VIH alta em certos sub-grupos da população
  • A epidemia é reforçada por comportamentos de risco chave, na maior parte dos casos: consumo de drogas injetáveis não seguro; relações sexuais entre homens não protegidas; e relações sexuais não protegidas no contexto do trabalho sexual.
  • O vírus não circula em níveis altos entre a chamada "população geral" (ONUSIDA, 2007c).
 
Generalizado
  • 1 a 15% das mulheres grávidas que frequentam os dispensários pré-natal são seropositivas.
  • O VIH está presente na população geral e alastra-se amplamente (ONUSIDA, 2007c).
 
Hiper-endemia
  • O vírus alastrou-se a mais de 15% da população adulta e números altíssimos de pessoas são seropositivas.
  • Os elementos que provocam a epidemia: incluem uma iniciação sexual precoce; uma compreensão baixa dos riscos; altos níveis de relações sexuais entre as gerações; parceiros múltiplos e paralelos entre homens e mulheres; desigualdades entre os sexos devido ao género; extrema pobreza, estigma e descriminação; violência e abusos dos direitos humanos; uma utilização irregular e fraca dos preservativos e uma disponibilidade/ aceitabilidade reduzidas dos preservativos; bem como níveis fracos de circuncisão dos homens (ONUSIDA, 2007c).
mapa de Portugal
A epidemia por VIH é, em Portugal, uma epidemia de tipo concentrado, afetando as populações com comportamentos particularmente vulneráveis, designadamente utilizadores de drogas, trabalhadores do sexo e homens que têm sexo com homens, onde a prevalência de infeção por VIH tem sido sempre referida como superior a 5%:
  • No caso dos homens que têm sexo com homens são indicadas prevalências auto reportadas entre os 7,7% e 10,2%;
  • No grupo dos trabalhadores do sexo, que concordaram em realizar voluntariamente o teste de VIH, a percentagem de seropositividade foi de 8,9%. A prevalência auto reportada foi de 7,2%;
  • Os utilizadores de drogas injetáveis representaram nos primeiros anos da epidemia, a maior proporção de pessoas infetadas, tendo-se verificado, a partir de 1998, em que representaram quase 59% dos novos diagnósticos, uma progressiva diminuição do peso relativo desta via de transmissão. Esta tendência decrescente, contudo, não retira os utilizadores de drogas injetáveis dos grupos onde a infeção se encontra concentrada, atingindo prevalências significativamente acima de 10%.
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