A prevalência do VIH é mais alta na população sem abrigo?
O Impacto do VIH
População sem abrigo
A prevalência do VIH é mais alta na população sem abrigo?

Verifica-se junto das pessoas que não tem casa e que vivem na rua uma taxa de mortalidade mais elevada do que na população em geral devido à falta de condições que estas pessoas não têm, principalmente na área da saúde.

A prevalência da infeção pelo VIH varia muito entre a população dos próprios sem abrigos mas, geralmente, excede o da população não Sem Abrigo. A elevada prevalência de infeção aliada ao acesso restrito ao tratamento e às más condições de vida tem contribuído para que a infeção pelo VIH se torne a principal causa de morte desta população, nos Estados Unidos da América.

Um estudo realizado em São Francisco revelou uma prevalência de VIH de 10,5% para adultos sem abrigo, o que é cinco vezes maior do que a da população em geral para a mesma cidade. O mesmo estudo revelou uma prevalência de 30% entre os homens sem-teto que fazem sexo com outros homens (HSH) e 8% entre os sem-teto utilizadores de drogas injetáveis (UDI).

A ligação entre a População Sem Abrigo e a infeção pelo VIH parece ter duas saídas... vejamos, por um lado, as pessoas que vivem com o VIH estão em maior risco de ficarem sem teto devido à discriminação de que são alvo, principalmente, por parte da família e das entidades empregadoras e, por consequência, o difícil acesso à habitação pelos custos elevados de arrendamento ou de compra. Por outro lado, a população sem-abrigo corre um elevado risco de contrair a infeção pelo VIH tendo em conta os fracos recursos que possui por viver nestas condições.

Em Portugal, o fenómeno ainda não se conhece muito bem, no entanto, existe uma Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo 2009-2015 e, de acordo com isto a SER+ aceitou participar no Grupo de Planeamento de Integração com os Sem-Abrigo (GPISA).

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