Por que é difícil para a mulher proteger-se da infeção pelo VIH
O Impacto do VIH
Mulheres
Por que é difícil para a mulher proteger-se da infeção pelo VIH
Desigualdades no seio familiar

Em algumas sociedades, as mulheres têm poucos direitos na negociação da sua vida sexual e nas suas próprias famílias. Na maior parte das vezes, são os homens a tomarem decisões, como por exemplo, são eles a decidirem com quem as mulheres casam e se vão ou não ter mais do que um parceiro sexual. Este poder desequilibrado significa que pode ser mais difícil para a mulher proteger-se a ela própria de ser infetada pelo VIH. Por exemplo, uma mulher pode não ser capaz de insistir na utilização do preservativo se o seu marido é quem toma as decisões.

O casamento nem sempre protege a mulher de ficar infetada pelo VIH. Muitas das novas infeções ocorrem durante o casamento ou durante as relações de longa duração como resultado da infidelidade dos companheiros. Em inúmeras sociedades, um homem tem mais do que uma parceira sexual e isso é normal.

Da autoria de Agnes Kocsis, CNWL Reino Unido, no âmbito do projeto Eurosupport 6 - www.eurosupportstudy.net
Violência contra as mulheres

As mulheres que são vítimas de violência sexual são mais vulneráveis ao risco da infeção pelo VIH, devido à falta da utilização de preservativos e às violações, colocando-as de imediato no topo da vulnerabilidade.
Em alguns casos, as mulheres foram intencionalmente infetadas pelo VIH como intenção de provocar uma "morte lenta".


A herança das mulheres e os direitos de propriedade

Em muitos países do mundo, mulheres não têm os mesmos direitos de propriedade como os homens. Especialmente, na África Subsaariana, onde a propriedade é tipicamente ganha pelo homem e mesmo quando casam a mulher continua a não ter os mesmos direitos sobre a propriedade que tem o marido. O direito à herança quando o marido morre é discriminatório e o que acontece é a propriedade ir para as mãos da família da parte dele e nunca para a mulher.

Uma parceria entre agências das Nações Unidas e a União Europeia, com apoio do governo federal, criou no ano de 2011, a campanha "Mulheres e Direitos - Violência e HIV". A iniciativa que possibilitou a produção de filmes e materiais impressos em português, inglês, espanhol e, pela primeira vez, em tikuna - idioma de 30 mil indígenas brasileiros - acaba de ganhar um site para a divulgação desse material. Aceda aqui."

A negação ao direito à herança do marido e os direitos aos terrenos e outras propriedades podem aumentar a vulnerabilidade das mulheres à infecção pelo VIH. Não tendo acesso aos bens que os terrenos dão, estas mulheres têm pouca estabilidade económica e isso por provocar um aumento da violência e exploração sexual como forma de sobrevivência.

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