Quem são os mais atingidos
O VIH/SIDA
No mundo
Quem são os mais atingidos

Já vimos, anteriormente, que a transmissão pelo VIH é feita, unicamente, de três vias: sanguínea, sexual não protegida e, vertical, ou seja, de mãe para filho ou durante a gravidez ou através do parto e do aleitamento. Globalmente, a maioria das infeções pelo VIH são transmitidas através de relações sexuais não protegidas entre homens e mulheres e, metade dos adultos infetados são mulheres.

Contrariamente ao que se possa pensar, a "feminização" da epidemia não se restringe aos países em desenvolvimento: estima-se que na Europa Ocidental o número de mulheres infetadas constitua 30% da população infetada pelo VIH/SIDA e na Europa Oriental, 49%. Em Portugal, até Dezembro de 2010, as mulheres representavam 26,4% das 41 035 infeções notificadas.

Mas certos grupos de pessoas têm sido particularmente afetados e, nesses, incluem-se os Utilizadores de Drogas Injetáveis (UDIs), os ou as Trabalhadores de Sexo (TS) e os Homens que tem sexo com outros Homens (HSH). O estigma e a discriminação cresce porque, para a maioria das pessoas, esta infeção e/ou esta doença está relacionada direta ou indiretamente com estas pessoas, consideradas, já por si, marginais com comportamentos reprováveis ou condenáveis.

Outro aspeto importante é o facto de a epidemia estar a crescer, nos países ocidentais, no grupo dos heterossexuais. Por exemplo, em Portugal o peso acumulado da transmissão por esta via era, até em 2000, inferior a 30% mas, em 2011, já representava quase 43%. A título de comparação, nos EUA, onde vivem com a infeção mais de um milhão e duzentas mil pessoas, a infeção foi transmitida por via heterossexual em 27% dos diagnósticos de 2010 e, em Portugal, em quase 60% (em 2011, 62%).

Tal como outras infeções de carácter sexual, a infeção pelo VIH afeta, particularmente, adolescentes e jovens adultos. A morte de jovens adultos tem um impacto especialmente prejudicial, não só para os familiares, como para a comunidade onde vivem: perdem-se conhecimentos, força de trabalho ativa e o número de crianças órfãs cresce. Em alguns países de Africa, a esperança média de vida está a abaixo dos 40 anos.

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